sábado, 11 de julho de 2009

Liderar a equipe é básico

Deu no Estadão de hoje: observadores do mundo corporativo americano dizem que as empresas precisam atualmente de CEOs "construtores de equipes". Ou seja, executivos com alta capacidade cognitiva e grande liderança para fazer as pessoas sentirem que estão trabalhando juntas e que seus destinos estão correlacionados. Especialmente a equipe do topo da administração.

O conceito é bacana, mas não há grande novidade nele. Afinal, ser capaz de "orquestrar" uma equipe, de transmitir uma visão clara para gerar comprometimento, deveria ser o requisito número um para um líder de resultado. E há tempos que os especialistas em liderança e em recursos humanos insistem na importância de "cuidar" das pessoas assim como se cuida do planejamento orçamentário da empresa.

Na edição de julho deste ano, a Você S/A trouxe na capa uma reportagem sobre o Líder Completo, você se lembra dela? Pois lá, os consultores entrevistados extrapolavam o conceito de liderança para além da gestão da equipe. "Não adianta ser um ótimo articulador de pessoas se não trouxer resultados. E não adianta trazer resultados se não conhecer bem o negócio todo", dizia Magui Lins de Castro, sócia-diretora da Southmark, empresa de contratação de executivos de alto escalão, em São Paulo.

O líder efetivo hoje é o que consegue trabalhar em rede, integrar e expandir a liderança para além das baias de seu escritório. É aquele que vai além da gestão de equipe -- pratica a gestão de pessoas, construindo relacionamentos produtivos com seus chefes, pares, colegas de outras áreas, clientes, fornecedores e, claro, com os acionistas.


Fonte: http://vocesa.abril.com.br/blog/juliana/pagina1.shtml

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